POLÍTICA
Eunápolis: O Custo Político da Omissão na Educação

A gestão educacional de Eunápolis volta ao centro do debate. A secretária de Educação, Jovita Lima Santos, conhecida por sua atuação sindical na APLB (Associação dos Professores Licenciados do Brasil – Secção Bahia) por liderar paralisações que, à época, interromperam atividades escolares, agora enfrenta críticas por silêncio e ineficiência diante dos problemas atuais da rede municipal.
Apesar dos anúncios oficiais de reformas e melhorias, diretores e profissionais relatam escolas com estrutura precária, condições de trabalho inadequadas e atraso no início do ano letivo. O contraste entre o discurso institucional e a realidade das unidades escolares alimenta questionamentos sobre a condução da pasta.
A trajetória política de Jovita também é ponto de tensão: candidata a vereadora pelo PSD nas eleições de 2024, sua atuação sindical é vista por críticos como instrumentalizada politicamente, especialmente quando confrontada com a postura atual de baixa transparência sobre a situação da rede.
O debate central permanece: qual o custo, para alunos e famílias, de uma gestão que não responde com clareza a problemas estruturais conhecidos? Para especialistas em políticas públicas, a omissão administrativa tem efeito direto na aprendizagem, na confiança social e na eficiência do gasto público e exige respostas imediatas da Secretaria de Educação.
